sexta-feira, 15 de junho de 2012

Enquanto ele trocava a macha do carro, enconstava a sua mão na dela que estava apertando as suas próprias cochas como um sinal de nervosismo. Enquanto ele fingia observar a estrada pelo retrovisor do lado dela, ela fingia se interessar por todas as placas viradas ao contrário que passavam ao lado dele. Antes de chegaram no final da rota que os fazia permanecer juntos e tão próximos, o silêncio os obrigou a indagarem a mesma questão: Preciso te dizer uma coisa! E embaralhando verbos com lembranças eles misturam as frases e confundem as mentes querendo dizer a mesma coisa: Me perdoa, eu te amo.

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