Escrevo pequeno para que caiba tudo. Não para doer a vista, mas para tornar interessante a leitura. Por mais que você não queira ler, você sempre para no ultimo ponto que eu uso aqui. Critica, responde e esquece. Talvez minha vida te interesse, talvez ela te pertença, talvez você só não me tira da cabeça. Mas eu vivo! Vivo e escrevo minhas dores, minhas alegrias e minhas crises em alguns dias críticos de minha vida. Você faz pouco caso de cada caso meu, conta pros amigos e sonha com a minha presença. Eu estou na tua vida! Não que eu queira, não que você mereça... é assim quando a gente não quer que seja. Eu vejo, não na televisão; não nos seus olhos, mas nos teus rastros apagados, desesperadamente, com o pé. Eu vejo o que eu fui e o que eu estou sendo. Agora estou dando risadas depois que tudo passou, estou rindo pros anjos me ouvirem e pedindo que eles cuidem de você e que antecipem tua maturidade. Eu não sou madura suficiente para julgar ninguém, e nunca serei. Estou escrevendo pequeno porque, talvez, essa seja a ultima vez que você lê as minhas palavras. Será? Você vai perceber tamanha perda de tempo? Gostaria de saber tais respostas.
Sim! Eu me incomodo, não por mim.. mas porque ninguém é obrigado a ler alguns comentários que me deixam de presente. Não são ofensivos, mas ofendem a mim. Achou que eu estava falando do que? Eu te peguei.
Escrevo pra mim, que mereço algum crédito por viver a minha vida; escrevo pra quem amo, que merece algum crédito por me fazer viva nem que por alguns momentos de uma tarde; escrevo para os mortos, que merecem algum crédito por viverem e darem vida a algo; escrevo para você que está se perguntando se é você mesmo a quem eu estou me referindo. Apenas sorria e mude de página, você talvez possa encontrar alguma banalidade que te faça feliz mesmo que chores por dentro.
Às 20:43.
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